31 março 2013

O Coelho Esqueceu-se de Mudar a Hora - Boa Páscoa! (Um Tanto ou Quanto Atrasada)

 Peço desculpa pela demora, mas o Coelho da Páscoa atrasou-se a chegar a este blogue. Ao que parece também se esqueceu de adiantar uma hora no relógio, tal como eu...

 Enfim, nem todos podem ser como o Coelho Branco de "Alice no País das Maravilhas", não é verdade?


Mesmo sendo um pouco atrasado:
BOA PÁSCOA!

30 março 2013

Captcha Codes - Afinal Acho Que Não Sou Humano

 Se há coisa neste mundo da Internet que me irrita (para além das eternamente chatas "Pop-Ups") é que um site ponha em causa a minha identidade como ser humano.

 Falo, portanto, aos "Captcha Codes". E para aqueles a quem esse nome soa chinês, refiro-me àqueles conjuntos de letras e números que parecem estar a ter uma trombose e que nós, que normalmente somos humanos, temos de decifrar para o comprovar.

 Cá está: "Prove que não é um robô". Com certeza! Ora bem, como posso eu provar que sou humano e que possuo um cérebro que sou capaz de utilizar (embora às vezes não pareça)? E que tal se me pusessem uma foto de gatinhos fofos a brincar com um novelo de lã à frente para verificar que possuo sentimentos? Uma máquina constituída apenas por meros circuitos electrónicos não teria qualquer reacção face a tamanha fofura ao contrário de um verdadeiro ser humano.

 Afinal, a principal característica que nos distingue de robôs é o facto de termos sentimentos. Mas não! Toca a espetar letras que parecem ter sido regurgitadas (peço desculpa pela expressão) pelo computador em frente das pessoas! "TOMEM! DECIFREM! E já agora, limpem também essa javardice!"

 "Você é humano?". Pois bem, como diria Toby Turner*, já nem sequer tenho a certeza porque NÃO CONSIGO RESOLVER O TESTE HUMANO!

 É óbvio que toda esta salganhada de letras tem um propósito: proteger blogs e sites do tão malfadado Spam. E eu, enquanto blogger, devo estar agradecido por isso. Mas há uma linha muito fina que separa o "Proteger contra comentários e registos indesejados" do "Levar os verdadeiros Leitores humanos à loucura fazendo-os desistir de deixar comentários porque, aparentemente, NÃO SÃO HUMANOS O SUFICIENTE PARA O FAZER!"

 Para terminar, desafio o Leitor a deixar um comentário onde tenta decifrar o "Captcha" acima. E não vale escrever apenas "auriga". Peço sugestões acerca do que possa ser a primeira, se se pode chamar assim, palavra.


28 março 2013

«Bullying na Política»-O Governo fez mal ao Futebol

 Segundo noticiado aqui pela RTP, o Governo fez mal ao Futebol. Esta foi a queixa apresentada por Mário Figueiredo à agência Lusa. O Presidente da Liga foi, por isso, o "bufo" do acontecimento, uma vez que deu com a língua nos dentes.

 O "rufia" Governo deve ter sido apanhado no recreio a arreliar e a roubar o lanche ao "aluno" Futebol que teve demasiado medo de ir fazer queixa. Mas o seu "colega" Figueiredo, que presenciou toda a cena, achou por bem avisar a "professora" agência Lusa de que tinha testemunhado um caso de violência.



 A "professora" Lusa chamou o "brigão" Governo à sua sala durante o intervalo e pediu-lhe explicações. Este ficou furioso com o "colega" Mário por este ter sido "queixinhas" e, na hora de almoço, encurralou-o num dos corredores da escola, roubou-lhe o dinheiro para o almoço e puxou-lhe as cuecas.

 Mas na minha opinião Figueiredo não se pode deixar fazer e deve ir de seguida ao Gabinete da "Directora" Troika contar-lhe o sucedido. Talvez seja desta que a "Directora" chama os pais do mal comportado Governo e lhes peça que o ponham de castigo para aprender a ser um menino bonito.

 Enfim, é triste quando o Bullying atinge estas proporções.


24 março 2013

1000 VISITAS!

 Eis um marco histórico para as teorias. No passado dia 22 de Março o contador de visitas do blogue atingiu os quatro algarismos, quer isto dizer, as mil visualizações!!!

 Nem posso acreditar, parece que foi apenas há três meses que criei este blogue quando na realidade foi há... Esperem lá, foi mesmo há três meses. Lá estava eu com a mania de enfatizar aquilo que na realidade é simples.

 Enfim, quero agradecer imenso aos amigos que chantageei para que visitassem este blogue, aos familiares que obriguei a fazer continuamente "refresh" à página das teorias e sobretudo aos 4 completos desconhecidos que encontrei na rua e a quem paguei bem caro para que criassem contas falsas e seguissem as Teorias pelo Google.

 A todos eles o meu muito obrigado e o meu pedido de desculpas, caso tenham por alguma razão lido algum artigo. Eu sei que é perturbante.


 Agora falando um pouco mais a sério, porque sim, eu consigo falar a sério. Sei que 1000 visitas parece pouco, mas na realidade é uma grande meta. Ao que parece, há mesmo pessoas que até apreciam ler as minhas parvoíces. Para elas, os meus parabéns e um grande obrigado.

 Mas este é apenas o início. Espero que o blogue continue a crescer e que venham cada vez mais leitores e seguidores. Para isso, se não for pedir de mais, conto com a sua ajuda, Leitor. Se realmente aprecia as teorias e se acha que são dignas de ser conhecidas, partilhe-as com os seus amigos ou familiares através do Facebook, do Twitter, por Carta Escrita ou até mesmo à moda antiga através de uma conversa falada. Demora apenas uns segundinhos, é fácil e ainda não paga imposto... Para além disso, é uma grande ajuda para o blogue.

 Constatei agora que me tenho esquecido de algo importantíssimo: os comentários. Embora tenha recebido alguns, e agradeço desde já a quem os publicou, não os tenho valorizado o suficiente. De agora em diante, peço aos leitores que participem activamente nos artigos porque o feedback é algo muito importante. Quero saber a sua opinião. E porque não comentar já neste artigo?

 O objectivo deste blogue é de certa forma transmitir as minhas ideias de uma forma relativamente bem disposta. Não quer isto dizer que apenas os meus pontos de vista devam ser partilhados. Se o Leitor também tem uma opinião sobre o assunto, deixe um comentário. Eu vou lê-los a todos e, se possível, responder.

 Mais uma vez o meu grande obrigado!


18 março 2013

Não Possuo Prestígio Suficiente para Tomar Café

 Estou ciente de que existe um grande número coisas para as quais não tenho prestígio suficiente. Porém, existem limites. E tomar café é um deles.

 Num destes fins-de-semana decidi almoçar fora. Por isso peguei na mesa da sala e levei-a para o jardim... Não, brincadeira, fui mesmo almoçar fora, num restaurante.

 Depois de ter almoçado o que veio mesmo a calhar foi... ter encontrado uma "Nespresso Boutique". Eu devia ter desconfiado. Uma loja que tem a palavra "boutique" no nome denuncia logo não ser acessível a qualquer um. Mesmo assim, vi ali uma bela oportunidade para restaurar o stock de cápsulas Nespresso lá de casa e ao mesmo tempo de saborear um belo Ristretto.

 Como era fim-de-semana, eu não tinha vestido o smoking nem calçado os sapatos de noivo que costumo usar durante a semana [ironia], e por isso estava vestido com um simples fato de treino e calçado com uns ténis. Quando dei por mim no centro da loja como a única "alminha" ali no meio que não estava vestida como se fosse para um casamento senti-me estando num autêntico restaurante "Gourmet" onde, em contraste, eu estava vestido como quem vai praticar jogging, o que não parece lá muito bem.

 Claramente, eu não tenho qualquer prestígio para tomar um café deste nível. Acredito que se eu o tivesse pedido me tivesse sido negado por a minha aparência afugentar os restantes clientes da loja, perdão, da boutique. Aposto que o empregado, perdão, o garçon teria ameaçado chamar as autoridades por o meu aspecto se parecer ao de um bandido, perdão, de um político.

 Eu tinha de sair dali... Quando reparei que um dos senhores da loja se dirigia a mim, a minha única reacção foi dar uma palmada na testa e exclamar como quem fala para consigo próprio "Ora bolas! Esqueci-me de comprar aquela coisa!" e, dando meia volta, saí a correr como se não houvesse amanhã

 Foi aí que me apercebi da mentira em que vivia. Nesse dia tomei uma decisão sábia:decidi pegar na minha máquina Nespresso e levá-la ao Ponto Electrão mais próximo.

 Quando estava a desligar e embalar a máquina, o meu pai aproximou-se de mim e perguntou-me o que estava eu a fazer. Eis que lhe respondi:"Pai, nós não podemos continuar com esta máquina de café. Jamais estaremos a esse nível! Por muito que queiramos... É por essa razão que esta máquina tem de sair desta casa. Pelo nosso bem, pela nossa dignidade, pelo bem de todos.". (Leitor, aconselho-o a imaginar esta minha fala com uma musica de fundo épica e com um raio de luz a cair sobre mim para que tenha uma imagem mais cinematográfica daquilo que aconteceu.)

 Nesse momento, o meu pai olhou-me com uma expressão profunda. O seu pensamento era claramente: "O meu filho tem toda a razão. Que orgulho sinto por ele!" que, atenção, pode muitas vezes ser confundida com a expressão de quem pensa:"Bom, foi claramente desta que este idiota andou a fumar o que não devia.". Neste caso é óbvio que se tratava da primeira hipótese. A segunda não faria qualquer sentido naquele contexto...

 Depois disso só me lembro de acordar num hospital psiquiátrico...

09 março 2013

"Missing" - O Desespero pelo Final

 Ultimamente tenho me vindo a aperceber de um facto que me incomoda profundamente: Nós, seres humanos, somos realmente muito parvos...

 Bem, talvez esta não seja uma teoria inovadora... De certeza que já aconteceu a qualquer um dar-se conta desta realidade. A diferença, talvez, é que eu atribuo a culpa da parvoíce do ser humano... à televisão.

«Porquê?», pergunta o leitor. Bom, aposto que no final deste artigo se vai arrepender de ter feito tal pergunta.

 Enfim, num destes fins-de-semana, estava eu escarrapachado no sofá a praticar o meu desporto favorito, a procrastinação, quando me deparo com uma série que me pareceu verdadeiramente interessante, num tal canal cujo nome começa com A, acaba em N e tem um X no meio. [Toda esta ginástica de letras apenas para evitar a publicidade não paga ao dito canal. Eu gosto de pensar que o meu blogue tem um grau de fama suficientemente grande para não me poder dar ao luxo de citar marcas. Deixem-me viver nesta ilusão!!]

 Onde ia eu? Ah, sim, o AXN (Raios! Lá se foi aquela treta de não citar o canal! Senhores do AXN, se estiverem a ler isto estão à vontade para remunerar este patrocínio).


  A série em causa chama-se "Missing". Ao princípio parece uma história vulgar de uma mãe solteira que vê o seu filho ser raptado por maus da fita. Mas tudo fica mais interessante quando percebemos que a suposta mãe completamente normal é na realidade uma ex-agente da CIA. Como tal, Becca Winstone (a mãe) não vai propriamente pedir por favor, ela decide resolver o assunto pelas próprias mãos.

 Ao longo da aventura que se passa um pouco pela Europa vamos descobrindo a história do passado de Becca e dessa forma compreendemos o porquê desta grande confusão.

 Uma mistura de acção e drama que dura apenas 10 episódios mas que vos garanto que são 400 minutos bem gastos da vossa vida.

 «E onde está a parvoíce humana no meio disto tudo?», questiona-se o leitor. Pois bem, a parvoíce em causa não é a da humanidade em geral, é a minha... Quando comecei a ver esta série mal podia esperar pelos episódios seguintes, mas quando acabou senti que toda a minha vida tinha deixado de fazer sentido...

 É desta maneira que fico quando chega ao fim uma série que eu aprecio. Mas felizmente, esse sentimento passa quando me "empanturro" com gelado de chocolate enquanto desesperadamente faço "zapping" em busca de uma nova série para ocupar o espaço vazio na minha alma deixado por aquela que chegou ao fim...

 Eu bem disse que se iria arrepender de querer saber o porquê...